4 de junho de 2013

2013. O ano das homenagens na MPB



O ano está apenas chegando na metade, e já podemos dizer que  2013 vai ficar marcado pelas homenagens. Fizemos uma pesquisa do que já foi feito até agora e vamos citar algumas aqui.

Prêmio da Música Brasileira homenageia Tom Jombim:

O maestro Tom Jobim será o grande homenageado do Prêmio da Música Brasileira neste ano. Tom foi o escolhido pelos organizadores pelo fato de 2013 marcar os 50 anos do lançamento de seu 1º álbum solo,The Composer of Desafinado: Plays.

Pelo mesmo motivo, Tom foi eleito para ser celebrado no projeto "Nívea Viva Tom Jobim", que traz a cantora Vanessa da Mata interpretando as canções do compositor carioca.

Além de destacar as melhores iniciativas da música brasileira, o prêmio presta, a cada ano, uma homenagem a um grande nome da música. O primeiro foi Vinicius de Moraes. Depois, vieram nomes como Elis Regina, Clara Nunes, Maysa, Elizeth Cardoso, Milton Nascimento, Angela Maria e Cauby Peixoto, Dominguinhos, Lulu Santos e João Bosco.

A premiação, que chega a sua 24ª edição, foi criada em 1988 pelo empresário José Maurício Machline. Originalmente chamado de Prêmio Sharp, a iniciativa tem, há quatro anos, o patrocínio da Vale. (Blog Mente Aberta/Época)
Nívea Viva Tom Jobim:


Vanessa da Mata iniciou no mês de Abril a turnê promovida pela Nívea, batizada de "Nívea Viva Tom Jobim"  a turnê começou no dia 09 de abril no Rio de Janeiro para convidados e imprensa,  as outras cidades que receberam os shows são: Recife, Salvador, Brasília, São Paulo e Porto Alegre, e novamente Rio de Janeiro com o show de encerramento. (Todos os shows são gratuitos). Para saber mais informações, clique aqui <<


Teresa Cristina canta Roberto Carlos
A cantora Teresa Cristina habituada a trilhar o caminho da lapa, deu carona ao grupo de rock "Os outros" e se aventurou com elegância  pelas curvas da "Estrada de Santos", mas isso são apenas detalhes. Se você ainda não ouviu, fica a dica. Um tributo à altura do rei. Confira a capa e as faixas presentes no álbum:


Faixas do CD:

1. Ilegal, Imoral ou Engorda
2. A Janela
3. Como 2 e 2
4. Proposta
5. O Moço Velho
6. Do Outro Lado da Cidade
7. O Portão
8. Você Não Serve Pra Mim
9. Quando
10. Nada Vai Me Convencer
11. Cama e Mesa
12. I Love You
13. As Curvas da Estrada de Santos
14. Despedida


 Lulu canta e toca Roberto & Erasmo
 Lulu Santos, ícone da geração Pop Rock que se estabeleceu no começo dos anos 80 e referência máxima na música brasileira, o artista não para de se reinventar, Lulu acabou de gravar um álbum inteiramente dedicado a dupla Roberto e Erasmo. Com sensibilidade apurada o cantor deu vida a 13 canções do repertório da dupla Roberto e Erasmo. Nem precisa falar muito, o trabalho tem o padrão de qualidade Lulu Santos.

Vale lembrar que Roberto já foi tachado de brega e hoje sua obra vem ganhando estatus de cult, sendo reverenciada por grandes nomes da MPB, inclusive pelas novas gerações, que estão redescobrindo as canções do rei.


Faixas do CD:

1. As Curvas da Estrada de Santos 
2. Minha Fama de Mau 
3. Se Você Pensa 
4. Influência do Blues (Vinheta) 
5. Sou Uma Criança, Não Entendo Nada 
6. Como É Grande o Meu Amor Por Você 
7. Sentado À Beira do Caminho 
8. Não Vou Ficar 
9. Festa de Arromba 
10. Quando  
11. Você Não Serve Pra Mim 
12. Eu Te Darei o Céu 
13. É Preciso Saber Viver 
14. Emoções 
15. Boogaloop (Vinheta) 


Rosa Passos canta músicas de Djavan no CD "Samba Dobrado"

A baiana Rosa Passos gravou recentemente um álbum com canções do cantor Djavan, "Samba Dobrado"
O álbum reúne 12 músicas gravadas por Djavan entre 1975 e 1992, além da inédita "Doce Menestrel" composta por Rosa e Fernando de Oliveira em homenagem ao compositor alagoano. 










1. Pedro Brasil (Djavan, 1981)
2. Linha do Equador (Djavan e Caetano Veloso, 1992)
3. Maçã (Djavan, 1987)
4. Faltando um pedaço (Djavan, 1981)
5. Capim (Djavan, 1982)
6. Pétala (Djavan, 1982)
7. Lei (Djavan, 1986)
8. Pára raio (Djavan, 1976)
9. Cigano (Djavan, 1989)
10. Samba dobrado (Djavan, 1978)
11. Fato consumado (Djavan, 1975)
12. Serrado (Djavan, 1978)
13. Doce menestrel (Rosa Passos e Fernando de Oliveira, 2013)

Renato Russo é homenageado em "Somos Tão Jovens"

O longa do diretor Antonio Carlos da Fontoura conta a história dos primeiros anos de carreira de Renato Russo. Em 1973, ele se muda para Brasília com a família. Obrigado a permanecer em casa por conta de uma doença, aos poucos passa a se interessar por música. Quando melhora dos problemas de saúde, funda a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.

 No filme, Renato revive suas inquietações musicais, existenciais, políticas, poéticas e amorosas e dá a chave para a compreensão de algumas das célebres músicas que compôs no período, como “Ainda é cedo”,
 “Tédio (com um T bem grande pra você)”, “Eduardo e Monica”, “Veraneio vascaína”, “Que país é este?”, “Faroeste caboclo”, entre outras. 




Martinho da Vila é homenageado com Sambabook

Depois de estrear homenageando João Nogueira, agora é a vez de Martinho da Vila (75 anos)  receber as suas "Flores em Vida".  O projeto foi registrado em CD/DVD e Blu-ray e recebeu intérpretes que vão de Paulinho da Viola a Pitty, de Ney Matogrosso a Casuarina. E no livro “Discobiografia” (Casa da Palavra) — parte do “Sambabook”, que inclui ainda um fichário com 60 partituras e um aplicativo para celulares e tablets, percebe-se que mais que um “sambista”, “autor sofisticado” ou “partideiro devagar”, há um artista que o tempo todo reflete sobre sua obra e sobre onde quer chegar.
Leia mais em: O Globo/Cultura



Milton Nascimento

Musical passeia por 50 canções do artista mineiro:




 Homenagem aos 50 anos de carreira e 70 de vida de Milton Nascimento, o musical em nada se parece com as superproduções costumeiras de Charles Müller e Cláudio Botelho, dupla responsável pelo renascimento do gênero no país.

"Nada Será como Antes... " é um espetáculo intimista protagonizado por Cláudio Lins, filho de Ivan Lins, Pedro Sol, Estrela Blanco entre outros 11 artistas que cantam e tocam instrumentos. A ação se passa dentro de uma casa mineira, reduto criativo de um grupo de jovens artistas. "Eles formam uma espécie de um clube da esquina que ficou esquecido no interior", resume Müller.

O musical dispensa efeitos especiais, figurinos e coreografias estonteantes, além de uma dramaturgia convencional para centrar-se na obra de Milton Nascimento.

Sem qualquer diálogo, as letras das músicas se transformam na dramaturgia do musical, que foi dividido em quatro blocos, cada um simbolizando uma estação do ano.
Músicas como "A Cigarra" e "Um Girassol da Cor de seu Cabelo" evocam a primavera, iluminando a faceta criativa de Milton Nascimento.

Composições solares como "Bola de Meia, Bola de Gude" compõem o verão. "Caçador de Mim" e "Encontros e Despedidas" dão um clima outonal à cena, representando a época em que a carreira de Milton começa a ser influenciada pela ditadura política. O inverno é retratado por canções que marcam a fase mais negra dos militares. "É como se cada música fosse uma peça, com começo meio em fim e sem ligação explícita com a seguinte. São várias histórias dentro de uma mesma história", explica Charles.

(Fonte: Folha de São Paulo/GABRIELA MELLÃO)

MILTON NASCIMENTO - NADA SERÁ COMO ANTES - O MUSICAL
ONDE Teatro GEO (r. Coropés, 88, tel. 0/xx/11/4003-9949)
QUANDO sextas, às 21h30, sábados, às 18h e 21h, e domingos, às 18h; até 26/5
QUANTO de R$ 50 a R$ 150
CLASSIFICAÇÃO 12 anos


Elis Regina
O espetáculo "Elis - O Musical" vai estrear em outubro com direção de Dennis Carvalho, que, atualmente, dirige a nova novela da TV Globo, "Sangue Bom".

A informação foi divulgada no site da Aventura Entretenimento, responsável pela produção. O texto será de Nelson Motta, que foi namorado da cantora.
O musical mostrará detalhes da vida e da carreira de Elis Regina, uma das maiores intérpretes brasileiras e mãe da também cantora Maria Rita.

Outras informações sobre data e local de estreia serão divulgadas em breve.
(Fonte: Folha de S. Paulo/Guia Folha) texto publicado no dia 07/05/2013.

O poeta está vivo. 



Ídolo do rock brasileiro, o músico Cazuza, morto em 1990, será revivido no Rock in Rio através de um holograma. 

a primeira noite do Rock in Rio 2013 (13 de setembro), trará uma homenagem a Cazuza, um show intitulado "o poeta está vivo". O tributo, com curadoria de Frejat, terá participações de Ney Matogrosso e Bebel Gilberto, que tinham relação pessoal com Cazuza, além de Maria Gadú, Rogério Flausino e Paulo Miklos, artistas da nova geração que "dialogam com ele", segundo Frejat.

Cazuza foi uma das atrações da primeira edição do festival, em 1985, quando ainda se apresentava com Frejat e o grupo Barão Vermelho. 


+ Homenagens:
Segundo informações da Sete Arte Produções, haverá ainda uma turnê, que estava prevista para começar em abril, mas foi adiada para novembro, para se adequar à agenda de eventos em homenagem ao artista. Estão previstos um show em São Paulo, dois no Rio, um em Belo Horizonte e um em Brasília.

O desenvolvimento do holograma, que será baseado em fotos e vídeos de arquivo de Cazuza, é realizado pela empresa francesa 4Dmotion. O processo técnico, que deve durar seis meses, está em sua segunda fase (veja abaixo).
Na primeira, que levou dois meses, foi feita uma pesquisa sobre figurino, expressões faciais, gestos e trejeitos.

As imagens utilizadas para o projeto foram feitas principalmente nos anos de 1986 e 1987 -os idealizadores optaram pelo período pré-doença de Cazuza, que morreu em decorrência do vírus da Aids, para evitar a lembrança do artista debilitado.

Ao vivo, uma banda formada por ex-parceiros, entre eles Israel, Leoni e Rogério Meanda, deve "acompanhar" o ídolo do rock brasileiro. O público poderá relembrar 23 canções durante 90 minutos de espetáculo.
fonte: Folha de S.Paulo

Entenda o desenvolvimento do holograma do músico:




Fonte: Editoria de Arte/Folhapress

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16 de maio de 2013

Ana Carolina canta com Chico Buarque em novo CD, #AC



Por Cristiane Tavares:


A cantora Ana Carolina se reencontra com Chico Buarque na faixa “Resposta da Rita”, uma divertida brincadeira com uma das mais emblemáticas  canções do repertório de Chico, “A Rita”, que foi lançada em 1966.

Na Música Ana e Chico intercalam as letras das duas faixas, cantando um após o outro em forma de “pergunta e resposta”. O Samba, composto pela compositora mineira em parceria com Edu Krieger, pertence ao novo álbum de inéditas de Ana Carolina, #AC, que será lançado em junho com distribuição da gravadora Sony Music.

Com músicas inéditas, Ana Carolina traz canções como "Leveza de Valsa", de Ana Carolina com Guinga, a balada "Luz Acesa", da cantora com Antônio Villeroy e já presente na trilha sonora da novela "Flor do Caribe", e Um Sueño Baio El Agua", parceria de Ana com Chiara Civello. 

Confira a letra de “Resposta da Rita”  (Ana Carolina / Edu Krieger) e 
“A Rita” (Chico Buarque)

Não levei o seu sorriso
A Rita levou meu sorriso
Porque sempre tive o meu
No sorriso dela, meu assunto
Se você não tem assunto
Levou junto com ela o que me é de direito
A culpada não sou eu
E Arrancou-me do peito e tem mais
Nada te arranquei do peito
Levou seu retrato, seu trapo, seu prato,
Você não tem jeito faz drama demais
Que papel
Seu retrato, seu trapo, seu prato,
Uma imagem de São Francisco, e um bom disco de Noel
Devolvo no ato pra mim tanto faz
A Rita matou nosso amor de vingança
Construí meu botequim
Nem herança deixou
Sem pedir nenhum tostão
Não levou um tostão
A imagem de São Francisco
Porque não tinha não
E aquele bom disco estão lá no balcão
Mas causou perdas e danos
Não matei nosso amor de vingança
Levou os meus planos, meus pobres enganos, os meus vinte anos e o meu coração
E deixei como herança um samba também
E além de tudo
Seu violão nunca foi isso tudo
Me deixou mudo, o violão
E se hoje está mudo por mim tudo bem

Ilustração de Zé Otávio, publicada originalmente por Ana Carolina via twitter:


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14 de maio de 2013

Siba - turnê ''Avante''


Siba e banda



O rei da mistura


No último sábado, dia 11 de maio, o pernambucano Siba subiu ao palco da praça Victor Civita para apresentar e inaugurar uma temporada de shows de seu último disco, "Avante", lançado no ano passado. A turnê iniciada em São Paulo tem o apoio do Natura Musical, que desde 2005 tem incentivado a difusão da música brasileira através de editais públicos e seleção direta. A agenda dos próximos shows da turnê Avante pode ser conferida no site do artista.
Há pouco mais de um ano,  Siba lançava este que é seu primeiro álbum solo. Anteriormente, o músico já havia se destacado no cenário cultural brasileiro como integrante de uma das bandas ícone do manguebeat, Mestre Ambrósio, e também já hava conduzido um projeto mais voltado à música regional do interior de Pernambuco com a banda Siba e a Fluoresta. Com elementos de ambas as fases do músico, Avante pode ser considerado como a síntese de todas as influências carregadas por Siba até hoje.

Siba e mestre Nico, integrante da banda
Isso porque, depois de uma temporada adentrando nos costumes do maracatu rural típico do interior pernambucano, o artista volta a habitar o universo mais pop, com o uso das guitarras nas composições. E essa volta não aconteceu sem sacrifícios. 
Em entrevista ao Clube da MPB, Siba nos conta o desafio de dominar o instrumento: "Eu não me considero um instrumentista, sou um trovador. Para mim, é muito difícil dominar a técnica. Por isso, é sempre um desafio."
No entanto,  ao invés de se dar por vencido, o artista usa das dificuldades em favor da inspiração, da criatividade e reconhece que é melhor assim. "Se eu dominasse completamente a forma de tocar, talvez eu não tivesse tanto interesse em continuar tocando. Mesmo um ano depois de lançar o disco, ás vezes eu erro, mas aí eu improviso e fica tudo certo!"
Assim, superando desafios, expressando a herança cultural agregada nos anos de experiência e ainda misturando o regionalismo com o tom universal da guitarra, Siba mostra o poder que a música tem de harmonizar elementos distintos além de se reinventar a cada instante . Avante, Siba!


Siba durante o show de 11 de maio, na praça Victor Civita

9 de maio de 2013

Coitadinha Bem Feito - Canções de Ângela Ro Ro

Eles só sabem o que fazem





Quando música não é só música. Quando é experimento, alquimia. E quando música também é homenagem.

Foi o que provaram 6 dos 17 artistas que gravaram o CD Coitadinha Bem Feito ao subir no palco do Sesc Vila Mariana nos dias 7 e 8 de maio para apresentar o lançamento do trabalho,  que traz uma releitura de canções compostas por Ângela Ro Ro.

Com arranjos muito heterogênios, o disco reflete a liberdade que cada artista teve de escolher como reproduzir as faixas originais. O resultado poderia ser um grande erro. Uma mistura de ritmos e vozes que não tivessem qualquer unidade. Mas, magicamente, é exatamente o contrário: o que se ouve é uma mistura rica e produtiva, que tem a ousadia de despertar uma nova sensação a cada troca de faixa.

Além de todas as experimentações harmoniosas, tem a homenagem à Angela Ro Ro, que é feita de forma muito sutil e  afasta qualquer clima de exaltação. Funciona mais como uma forma de revisitar o universo musical dessa deslumbrante cantora e compositora, que  é responsável por grandes sucessos do cancioneiro popular brasileiro. No CD, há algumas dessas músicas com versões já definitivas e de muito sucesso, como Amor, Meu Grande Amor e Fogueira (impecavelmente cantada por Maria Bethania, no disco Ciclo, de 1983). 

Porém, o desafio de propor novas versões foi bem aceito e superado com maestria e beleza pelo jornalista Marcus e o Dj Zé Pedro, que idealizaram o  projeto. As 17 músicas  do CD foram escolhidas com base nos primeiros quatro discos lançados por Ro Ro, entre 1979 e 1984, e trazem a singularidade e o estilo dos artistas participantes, que são: Otto, Thiago Pethit, Tatá Aeroplano, Lirinha, Pélico, Rodrigo Campos, Leo Cavalcanti, Gui Amabis, Dani Black, Rael, Kiko Dinucci, Lucas Santtana, Helio Flanders, Juliano Gauche, Adriano Cintra, Romulo Fores e Gustavo Galo.

Tudo. A escolha de elenco e repertório, a execução das faixas e a poesia de Ro Ro fizeram do CD uma obra de tripla sensibilidade que, além de redescobrir o trabalho da compositora, traz as marcas da música contemporânea feita no Brasil usando como base a beleza de canções escritas há decadas.           
No show do Sesc Vila Mariana, o projeto mostrou também que tem recursos completamente compatíveis para a apresentação no palco. Não é apenas um disco de boas gravações em estúdio. O que certamente não é compatível é a agenda cheia de novidades dos seis cantores (Otto, Lirinha, Pélico, Gui Amabis, Adriano Cintra e Gustavo Galo) que participaram do espetáculo. "Perdoai-os pai, eles só sabem o que fazem".


A capa do disco Coitadinha Bem Feito


O CD está disponível para download gratuito e legal aqui

Repertório:

Amor, meu Grande Amor - Lucas Santtana
Renúncia - Lira
Came e Case - Leo Cavalcanti
Só nos Resta Viver - Romulo Fróes
Mares da Espanha - Thiago Pethit
Balada da Arrasada - Tatá Aeroplano
Coitadinha Bem Feito - Otto
Abre o Coração - Gui Amabis
Gota de Sangue - Adriano Cintra
Não Há Cabeça - Pélico
Fogueira - Rodrigo Campos
Tango da Bronquite - Kiko Dinucci
Perdoar-os, Pai - Rael
Fraca e Abusada - Gustavo Galo
Tola Foi Você - Dani Black
A Mim e a Mais Ninguém - Juliano Gauche
Me Acalmo Danando - Helio Flanders

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3 de maio de 2013

"Somos Tão Jovens". Filme que retrata a adolescência de Renato Russo, estréia hoje nos Cinemas


Filme, que estreia hoje nos cinemas, mostra o que levou o músico a ser um dos mais celebrados compositores do país





Os anos de formação de Renato Manfredini Júnior, um dos maiores ídolos da música brasileira, morto em 1996, aos 36, são o tema de “Somos tão jovens”, longa do diretor Antonio Carlos da Fontoura, que estreia nexta sexta. Na pele do ator Thiago Mendonça, Renato revive suas inquietações musicais, existenciais, políticas, poéticas e amorosas e dá a chave para a compreensão de algumas das célebres músicas que compôs no período, como “Ainda é cedo”,
 “Tédio (com um T bem grande pra você)”, “Eduardo e Monica”, “Veraneio vascaína”, “Que país é este?”, “Faroeste caboclo”, entre outras. 
 (O Globo)




Fonte: CinePOP


O longa conta a história dos primeiros anos de carreira de Renato Russo. Em 1973, ele se muda para Brasília com a família. Obrigado a permanecer em casa por conta de uma doença, aos poucos passa a se interessar por música. Quando melhora dos problemas de saúde, funda a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião UrbanaConfira o trailer oficial: 

               
Sinopse: 'Somos tão Jovens' conta a emocionante e desafiadora história da transformação de Renato Manfredini Jr. no mito Renato Russo, revelando como um rapaz de Brasília, no final da ditadura, criou canções como ‘Que País é Este’, ‘Música Urbana’, ‘Geração Coca-Cola’, ‘Eduardo e Mônica’ e ‘Faroeste Caboclo’, verdadeiros hinos da juventude urbana dos anos 80 que continuam a ser cultuadas geração após geração por uma crescente legião de jovens fãs.


Curiosidades:
» Somos tão Jovens é dirigido e produzido por Antonio Carlos da Fontoura (Gatão de Meia Idade) e o roteiro é assinado por Marcos Bernstein (Chico Xavier, Central do Brasil e Zuzu Angel).

» Como em todas as cenas musicais do filme, a captação de som do show é original. O público poderá ver Thiago e os atores cantando e tocando no palco num registro ao vivo, que reproduz o clima dos shows da época.

» A direção musical é de Carlos Trilha, que participou da banda de apoio da Legião e arranjou e produziu dois CDs solo de Renato Russo, “The Stonewall Celebration Concert” e “Equilíbrio Distante”. Foram muitos meses de preparação para que Thiago cantasse e tocasse as músicas do longa em performances ao vivo.

» Além de aulas de canto e violão, o ator teve a oportunidade de conhecer o cantor através dos olhos de pessoas muito próximas a ele, como o próprio Trilha. Dirigido por Antonio Carlos da Fontoura, Thiago Mendonça encarna o líder dos legionários em desempenho que impressiona pela semelhança.

Esse Texto foi postado originalmente no site Cine POP. Leia mais clicando nesse link: www.cinepop.com.br

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