8 de janeiro de 2013

Gal Costa abre o ano musical em São Paulo


Eleito o melhor show de 2012. Clique aqui: Melhor Show Recanto abre o ano de 2013 na capital paulista e, Gal Costa, muito bem acompanhada de seus músicos, se apresenta por quatro noites seguidas no Teatro de Sesc Vila Mariana. 

Quem esteve presente pôde conferir a qualidade acústica e visual deste Recanto, que foi magistralmente dirigido por Caetano Veloso

         Folhetim (Chico Buarque)



Confiram alguns momentos registrados pela talentosa fotógrafa 
Bárbara Almeida: 










































































6 de janeiro de 2013

Caixa com 19 discos celebra 40 anos de carreira de Nana Caymmi



Fonte: Folha de S.Paulo
Lucas Nobile
Nana Caymmi, a Dama da Canção

Nana Caymmi completa 72 anos em abril. Resignada, tardiamente ela ainda ganha homenagens relativas aos seus 70. "Sempre é tempo. Houve um atraso porque tem a porra do dinheiro no meio. E ainda tive que ligar para a Argentina para liberar os direitos sobre aquele meu disco ["Nana", de 1973], foi na marra."

Filha do compositor baiano Dorival Caymmi e irmã dos também músicos Dori e Danilo, a cantora se refere ao lançamento de "Nana Caymmi - A Dama da Canção" (EMI), caixa que reúne 19 discos em 40 anos de carreira.

O box, que teve organização do produtor e jornalista Rodrigo Faour, compila os álbuns mais relevantes da trajetória de Nana naquela gravadora. Vai desde o primeiro, "Nana", lançado em 1965, até "Sangre de Mi Alma", de 2000, cujo repertório é formado por boleros.

No meio do caminho, há uma série de discos que registraram sucessos atemporais de interpretações de Nana. Estão ali "Nana", de 1977, que contém "Se Queres Saber" (Peterpan) e "Milagre", de seu pai Dorival, além de "Voz e Suor" em que é acompanhada apenas pelo pianista Cesar Camargo Mariano.

  Paula Giolito - 6.jul.11/Folhapress
 Nana e Dori Caymmi se apresentam durante o 22º Prêmio da Música Brasileira

Há ainda um volume duplo que resgata 41 faixas gravadas por Nana fora dos discos de carreira da cantora, conhecida por fazer poucas concessões musicais.

"Nunca lutei para vender um milhão de cópias. Isso era uma doença nas gravadoras, uma mentira", diz Nana.

"Eles contratavam espiões para ver quem ia estourar, era uma bomba, uma Hiroshima. Eu nunca participei disso. Mandava para a puta que pariu", completa a cantora.

No volume de raridades, estão temas gravados em diversas épocas, como "Saveiros" de Dori Caymmi e Nelson Motta, com a qual Nana ganhou o Festival Internacional da Canção de 1966, além de faixas do compacto de 1967, que tem os Mutantes como banda de apoio.


APOSENTADORIA ADIADA
Em abril do ano passado, a cantora anunciou que abandonaria os palcos. Pretendia passar mais tempo na cidade de Pequeri, em Minas, onde tem uma casa. Recentemente, mudou de ideia.

"Sobre aposentar, venho me preparando. O que me desgasta é viajar. Aeroporto virou uma grande rodoviária. Cantar, eu vou cantar até no caixão, não vou largar, mas tem de ser algo que não me faça viajar muito."

Por "não viajar muito", leia-se sair pouco de Pequeri e do Rio, onde mantém casas.
Nana começa a trabalhar neste mês no registro de um disco especial, em homenagem ao início do ano do centenário de Dorival Caymmi (1914-2008).

"Se pudesse, seria uma cantora de estúdio. O problema é que sempre tem a merda do dinheiro, eles [das gravadoras] dizem: 'vai ficar caro, tem um custo alto'."

No álbum em tributo ao pai, ela será acompanhada dos irmãos Dori e Danilo e gravará um repertório pouco conhecido de Dorival.

Nana diz também ter uma série de músicas guardadas que lhe renderiam um disco novo. Sobre conhecer novos músicos da MPB, ela diz nem pensar, que se satisfaz com o que já conhece.

"É o final dos tempos. Tenho tanto compositor bom na minha vida, não vou procurar novos. Na TV, no rádio, do pouco que vejo não gosto. Minhas netas já foram educadas, estou tranquila."

NANA CAYMMI - A DAMA DA CANÇÃO
ARTISTA Nana Caymmi
GRAVADORA EMI
QUANTO R$ 435, em média




Texto publicado originalmente no site da Folha de S.Paulo, por Lucas Nobile.

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5 de janeiro de 2013

Gravadora americana relança discos de Marcos Valle em Vinil

Fonte: Revista Época:
Quatro clássicos da fase experimental do músico brasileiro serão lançados pela primeira vez nos Estados Unidos.

A gravadora americana Light in The Attic, famosa por desenterrar clássicos esquecidos pelo tempo, relançará em vinil quatro discos do brasileiro Marcos Valle. Seus discos da década de 1970, cheios de experimentações, são disputados em sebos e procurados até em outros países. Agora, pela primeira vez, clássicos de sua discografia são lançados no mercado americano. 

Marcos Valle e Garra, os dois primeiros, chegam no dia 09 de janeiro. No dia 06 de fevereiro, serão lançados Vento Sul e Previsão do Tempo.

Relançamento em vinil:
Os discos foram prensados em LPs de 180 gramas e acompanham um livreto com informações sobre o álbum, entrevistas com Valle e letras em português e inglês. Os quatro discos relançados podem ser encontrados no Brasil em CD na caixa "Marcos Valle Tudo". 

         Assista aos vídeos que mostram as edições em vinil:

     
     
      O músico Marcos Valle em foto da década de 1970, quando produziu discos cultuados até hoje.


Obs: Esse texto foi publicado na íntegra no site da revista Época, por ANDRE SOLLITTO, e pode ser acessado através desse link: Clique Aqui! o conteúdo publicado nesse post é um resumo da matéria publicada originalmente no site da "Época". 


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