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5 de novembro de 2013

Titã Sérgio Britto lança o álbum "Pura Bossa Nova"



O cantor e compositor carioca acaba de lançar seu quarto álbum solo intitulado "Pura Bossa Nova". O disco, cuja produção é assinada por Emerson Villani e Guilherme Gê, conta com 12 faixas (listadas abaixo).

Uma das melhores  surpresas são as participações pra lá de especiais. Sergio Britto escalou um time de peso pra acompanhá-lo: (Alaíde Costa, Marcela Mangabeira, Luiz Melodia, Rita Lee, Roberta Sá, a cantora argentina Eugênia Brusa, além do violonista uruguaio Toto Mendez). Sergio ainda teve o auxílio luxuoso de músicos de peso: Marcos Suzano (percussão), Claudio Infante (bateria), Dadi Carvalho (baixo), Dirceu Leite (sax) e Jorge Ceruto (Flugelhorn), entre outros.

"Pura Bossa Nova" é um disco leve, coeso e com ótimas canções. É daqueles CDs que quando você começa a ouvir, não dá mais vontade de parar. Não seria exagero dizer que já é um dos melhores discos lançados nesse ano de 2013. 

Faixas do CD "Purabossanova" (Som Livre)
01. Mil e um perdões
02. Completamente Triste (participação especial de Alaíde Costa)
03. Cancion Para Mi Muerte
04. Para Nós Dois
05. Sol e Água Limpa (participação especial de Marcelo Mangabeira)
06. Como Iguais (participação especial de Luiz Melodia)
07. Purabossanova (participação especial de Rita Lee)
08. Canção do Exílio
09. Maria (Lautre Chienne) (participação especial de Roberta Sá)
10. Lento (Lento)
11. La Momia Inquieta (A Canção) (participações especiais de Eugenia Brusa e Toto Mendez)
12. Morning (Uma Mañana)

Sergio Britto: "Minha procura é, há algum  tempo, fazer música pop com brasilidade explícita. Acho que neste disco  esse projeto começa  a ser realizado de  forma plena."


Roberto Menescal: "Muita atualidade, muita simpatia, muita brasilidade. Que simpático esse trabalho de Sérgio Britto! Desde, sei lá, muitos anos, não ouço um disco tão gostoso!"

Assista ao clipe de "Pura Bossa Nova" com participação de Rita Lee:

   

Sérgio Britto concilia sua carreira solo com seu trabalho junto ao grupo Titãs. O músico possui quatro discos solo, são eles: 

- A Minha Cara (2000)
- Eu sou 300 (2006)
- SP55 (2010)
- Purabossanova (2013)

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10 de agosto de 2013

CHORANDO NA GAROA – MEMÓRIAS MUSICAIS DE SÃO PAULO


O professor universitário e mestre em políticas de educação, José de Almeida Amaral, está lançando o livro Chorando na garoa - Memórias musicais de São Paulo 

Choro, Primeiro gênero urbano nacional, é o assunto destacado neste trabalho pioneiro. Composto por duas partes básicas, o livro traz em seu primeiro momento uma pesquisa bibliográfica narrando o contexto histórico socioeconômico e cultural que envolveu a formação do gênero. De forma didática, inclui verbetes sobre personagens e outros gêneros musicais com quem conviveu à época, isto é, meados do século XIX até os primórdios do século XX, período de seu aparecimento e consolidação no Brasil.

Nesta primeira parte, após os elementos descritos acima, a pesquisa relata também o aparecimento do choro em São Paulo, tema pouco tratado nos livros já existentes sobre o assunto. Levanta seus principais personagens, fatos e eventos históricos. Além disso, possibilita paralelamente uma perspectiva da evolução dos meios de difusão, como discos, rádio e TV, tendo em vista a presença dos chorões nestes meios.

O segundo bloco da obra traz 40 entrevistas com músicos, pesquisadores e personagens participantes das rodas de choro em diversos pontos da cidade. O objetivo dessas memórias, envolvendo diferentes idades, foi coletar depoimentos pessoais sobre suas vidas, carreira, experiências, locais e aspectos do choro de São Paulo, metrópole cosmopolita que abriga influências de todo o país e do mundo.

A publicação é o resultado de quatro anos de pesquisa e totalizou 532 paginas, tendo o prefácio do ilustre produtor e diretor Fernando Faro e pode ser adquirido nesse link: Livraria Cultura 

"Valorizar nossa cultura e apoiar a educação musical nas escolas 
é a contribuição que pretendemos fazer com este nosso esforço." 
                                (José de Almeida Amaral)

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9 de agosto de 2013

Luis Aranha nos convida para um gostoso mergulho na alma humana.

Luis Aranha se prepara para o lançamento de seu primeiro disco, em show a ser realizado no SESC Vila Mariana/SP, nos próximos dias 10 e 24 de agosto, às 13h30, gratuitamente.                                                                                                                                                                                                                                                                                                 


As primeiras lembranças musicais de Luis Aranha misturam as fitas-cassete e LP's de seu pai aos concertos regidos pelo maestro Eleazar de Carvalho que ele, ainda menino, assistiu levado pela escola. Desta forma em casa, na escola e nas longas viagens de carro e de uma maneira muito natural foi apresentado ao universo eclético da música de Chico Buarque, Tom Jobim, Elis Regina, Clara Nunes, Jacob do Bandolim, Caetano Veloso, Frank Sinatra, Michael Jackson, Louis Armstrong, W. A. Mozart, L. van Beethoven e tantos outros. Foi nesta atmosfera musical que o paulistano cresceu empenhado mesmo em jogar bola e subir em árvores.

A adolescência e os amigos lhe trouxeram o rock de Led Zeppelin, Queen, Black Sabbath, Steve Vai, Beatles e com eles a vontade de aprender a tocar guitarra. Com 14 anos começou a fazer aulas e a música foi adquirindo contornos mais definidos e consistentes em sua vida.
Aos 17 anos vieram as primeiras composições, o encantamento pelo violão e, um ano depois, o bacharelado em música na Unicamp, onde teve aulas com alguns dos melhores violonistas do país.

Depois de ser contemplado com o prêmio Myriam Muniz da Funarte 
2006/2007, e indicado em 2011/2012 ao Prêmio Shell por trabalhos realizados no teatro musical, ainda em m 2011 gravou seu primeiro EP e em 2012 lançou o videoclipe “ONDE BATE SOL” ainda com a versão do EP num movimento de gestação e produção do disco homônimo feito somente com composições próprias.
E agora, em 2013, 
o cantor, compositor, violonista e diretor musical lança o seu primeiro disco solo, intitulado “Onde Bate Sol”.

Uma mistura fina, não existe termo para melhor definir o disco de Luis Aranha. C
omposto de 11 faixas, sendo uma faixa bônus.  Amparado pela Secretaria da Cultura do Governo do Estado de São Paulo através do ProAc e patrocinado pela AMBEV, o disco foi produzido por Rogério Bastos (Tom Zé) e teve arranjos para quarteto de cordas e quinteto de metais feitos por Rodrigo Morte, atual diretor da Orquestra Sinfônica de Campinas. As canções de Luis Aranha transitam por diversos gêneros musicais, mostrando grande influência de mestres da canção brasileira, mas sem deixar de imprimir sua personalidade ao trabalho.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                          
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                             
O disco é muito bem amarrado,  pode ser entendido em três partes. Começa com a faixa 'Não Peço Socorro', um samba 
clássico que recebeu um riff de guitarra com distorção e nos mostra de saída as referências e fusões que o disco apresentará ao longo de suas faixas. Na sequência, 'Sentado na Soleira' e 'Valsa para um encontro', nos mostram as vertentes rurais e românticas. O prólogo se encerra com 'Mistura Fina' (faixa 4).                                                                                                                                           
Devidamente apresentado, o compositor nos convida a um mergulho pelos caminhos e descaminhos do amor numa espécie de suíte em três movimentos: 'Teu Tempo' (o início), 'Acalanto' (o fim) e 'O Amanhã' (o recomeço).                                                                   
Depois dessa “Travessia”, no sentido roseano da palavra, o caminho começa a se iluminar. É a 
parte “Onde Bate Sol” que começa com 'Tem Canção', seguida pela faixa que dá título ao disco, e termina num final apoteótico com o frevo 'O Amor na Banguela'. A faixa bônus é fruto de uma história contada por uma aluna de 8 anos.                                                                                                                                                                          

A banda que o acompanha é formada pelo baterista e co-produtor do trabalho Rogério Bastos (Tom Zé e Vanessa Bumagny), pelo baixista Edu Malta ( Anaí Rosa, Zé Barbeiro e Celso Pixinga) e pelo guitarrista Zeca Loureiro (Mariana Aydar, Zé Geraldo e Marlui Miranda). O álbum, intitulado "Onde Bate Sol", já está sendo distribuído pela Tratore e chega as lojas ainda em agosto. A distribuição virtual mundial está sendo feita pela Believe Digital, uma das maiores empresas desse segmento.

Com 11 faixas que passeiam por diversos gêneros da música brasileira, arranjos com cordas e metais, Luis Aranha nos convida para um gostoso mergulho na alma humana.


Confira um pouco do trabalho de Luis Aranha:                                                                                                                                                                                                                                                              
                                                                                

                                                                



                                                                                                                                                                                      Siga o Clube da MPB nas redes: Facebook + Twitter + Instagram

5 de agosto de 2013

Novo disco de Cícero "Sábado", terá participações de Marcelo Camelo e Silva



Depois de dois anos, dois prêmios Multishow e de ser elogiado por uma variedade de artistas como Marisa Monte, Lenine, Moska, Maria Gadú e Marcelo Camelo, Cícero lança seu segundo disco: "Sábado".

O disco é o sucessor do fenômeno Canções de Apartamento (2011), que arrebanhou fãs pelo Brasil e em poucas semanas tornou Cícero o nome mais falado das redes sociais e sites de música.

Seu primeiro disco passou de 100 mil downloads no primeiro mês e hoje calcula-se mais de 500 mil downloads na rede. Seus clipes juntos passam a marca de 1 milhão de visualizações no Youtube, além das várias páginas criadas no Facebook que ultrapassam 100 mil Likes, garantindo uma enorme ansiedade ao redor do lançamento do seu sucessor.

Assim como o primeiro disco, "Sábado" não foi gravado em estúdio, mas em diversas casas por onde o músico passou nos últimos meses.

Também como no primeiro disco, Cícero toca todos os instrumentos. Mas dessa vez além da colaboração de Bruno Schulz na produção e arranjos, também contou com Marcelo Camelo na bateria e baixo, Uirá Bueno (Canastra) na bateria e percussão, Bruno Giorgi no baixo, o músico capixaba Silva no piano e as vozes femininas das cariocas Mahmundi e Luiza Mayall. Todos colaborando em diferentes faixas.

"Sábado" foi produzido pelo próprio Cícero, por Bruno Schulz (que também participou da produção do primeiro disco) e por Bruno Giorgi, filho do músico Lenine e indicado ao Grammy latino pela produção do último disco do pai, Chão. Bruno Giorgi também assina a mixagem.

A masterização ficou por conta do já ganhador do Grammy Felipe Tichauer, que masterizou, entre outros, os trabalhos mais recentes da Céu, Curumin, Marcelo Camelo e Wado. 

O disco terá 10 músicas, todas de autoria de Cícero, e será lançado digitalmente sábado (31/08/2013) e posteriormente chegará às lojas.

Confira o teaser do novo álbum: 


E, assim como seu primeiro disco, será disponibilizado para download gratuito em seu site oficial e em cd e vinil nas lojas, com distribuição da Deck.

Créditos:
Release by Carol Tavares, produtora de Cícero Rosa Lins

Em breve, mais novidades. Curta a página de Cícero no Facebook

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18 de julho de 2013

Som Livre registra em CD 18 encontros musicais de Maria Gadú



Som Livre registra em CD 18 encontros musicais de Maria Gadú:

Trata-se de uma compilação com 18 músicas que Gadú gravou nos discos de seus amigos e parceiros musicais.

O CD "Nós" está previsto para chegar nas lojas até o início de agosto. Confira as músicas que estarão presentes nesse álbum:



            Capa do CD Nós:


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4 de junho de 2013

2013. O ano das homenagens na MPB



O ano está apenas chegando na metade, e já podemos dizer que  2013 vai ficar marcado pelas homenagens. Fizemos uma pesquisa do que já foi feito até agora e vamos citar algumas aqui.

Prêmio da Música Brasileira homenageia Tom Jombim:

O maestro Tom Jobim será o grande homenageado do Prêmio da Música Brasileira neste ano. Tom foi o escolhido pelos organizadores pelo fato de 2013 marcar os 50 anos do lançamento de seu 1º álbum solo,The Composer of Desafinado: Plays.

Pelo mesmo motivo, Tom foi eleito para ser celebrado no projeto "Nívea Viva Tom Jobim", que traz a cantora Vanessa da Mata interpretando as canções do compositor carioca.

Além de destacar as melhores iniciativas da música brasileira, o prêmio presta, a cada ano, uma homenagem a um grande nome da música. O primeiro foi Vinicius de Moraes. Depois, vieram nomes como Elis Regina, Clara Nunes, Maysa, Elizeth Cardoso, Milton Nascimento, Angela Maria e Cauby Peixoto, Dominguinhos, Lulu Santos e João Bosco.

A premiação, que chega a sua 24ª edição, foi criada em 1988 pelo empresário José Maurício Machline. Originalmente chamado de Prêmio Sharp, a iniciativa tem, há quatro anos, o patrocínio da Vale. (Blog Mente Aberta/Época)
Nívea Viva Tom Jobim:


Vanessa da Mata iniciou no mês de Abril a turnê promovida pela Nívea, batizada de "Nívea Viva Tom Jobim"  a turnê começou no dia 09 de abril no Rio de Janeiro para convidados e imprensa,  as outras cidades que receberam os shows são: Recife, Salvador, Brasília, São Paulo e Porto Alegre, e novamente Rio de Janeiro com o show de encerramento. (Todos os shows são gratuitos). Para saber mais informações, clique aqui <<


Teresa Cristina canta Roberto Carlos
A cantora Teresa Cristina habituada a trilhar o caminho da lapa, deu carona ao grupo de rock "Os outros" e se aventurou com elegância  pelas curvas da "Estrada de Santos", mas isso são apenas detalhes. Se você ainda não ouviu, fica a dica. Um tributo à altura do rei. Confira a capa e as faixas presentes no álbum:


Faixas do CD:

1. Ilegal, Imoral ou Engorda
2. A Janela
3. Como 2 e 2
4. Proposta
5. O Moço Velho
6. Do Outro Lado da Cidade
7. O Portão
8. Você Não Serve Pra Mim
9. Quando
10. Nada Vai Me Convencer
11. Cama e Mesa
12. I Love You
13. As Curvas da Estrada de Santos
14. Despedida


 Lulu canta e toca Roberto & Erasmo
 Lulu Santos, ícone da geração Pop Rock que se estabeleceu no começo dos anos 80 e referência máxima na música brasileira, o artista não para de se reinventar, Lulu acabou de gravar um álbum inteiramente dedicado a dupla Roberto e Erasmo. Com sensibilidade apurada o cantor deu vida a 13 canções do repertório da dupla Roberto e Erasmo. Nem precisa falar muito, o trabalho tem o padrão de qualidade Lulu Santos.

Vale lembrar que Roberto já foi tachado de brega e hoje sua obra vem ganhando estatus de cult, sendo reverenciada por grandes nomes da MPB, inclusive pelas novas gerações, que estão redescobrindo as canções do rei.


Faixas do CD:

1. As Curvas da Estrada de Santos 
2. Minha Fama de Mau 
3. Se Você Pensa 
4. Influência do Blues (Vinheta) 
5. Sou Uma Criança, Não Entendo Nada 
6. Como É Grande o Meu Amor Por Você 
7. Sentado À Beira do Caminho 
8. Não Vou Ficar 
9. Festa de Arromba 
10. Quando  
11. Você Não Serve Pra Mim 
12. Eu Te Darei o Céu 
13. É Preciso Saber Viver 
14. Emoções 
15. Boogaloop (Vinheta) 


Rosa Passos canta músicas de Djavan no CD "Samba Dobrado"

A baiana Rosa Passos gravou recentemente um álbum com canções do cantor Djavan, "Samba Dobrado"
O álbum reúne 12 músicas gravadas por Djavan entre 1975 e 1992, além da inédita "Doce Menestrel" composta por Rosa e Fernando de Oliveira em homenagem ao compositor alagoano. 










1. Pedro Brasil (Djavan, 1981)
2. Linha do Equador (Djavan e Caetano Veloso, 1992)
3. Maçã (Djavan, 1987)
4. Faltando um pedaço (Djavan, 1981)
5. Capim (Djavan, 1982)
6. Pétala (Djavan, 1982)
7. Lei (Djavan, 1986)
8. Pára raio (Djavan, 1976)
9. Cigano (Djavan, 1989)
10. Samba dobrado (Djavan, 1978)
11. Fato consumado (Djavan, 1975)
12. Serrado (Djavan, 1978)
13. Doce menestrel (Rosa Passos e Fernando de Oliveira, 2013)

Renato Russo é homenageado em "Somos Tão Jovens"

O longa do diretor Antonio Carlos da Fontoura conta a história dos primeiros anos de carreira de Renato Russo. Em 1973, ele se muda para Brasília com a família. Obrigado a permanecer em casa por conta de uma doença, aos poucos passa a se interessar por música. Quando melhora dos problemas de saúde, funda a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.

 No filme, Renato revive suas inquietações musicais, existenciais, políticas, poéticas e amorosas e dá a chave para a compreensão de algumas das célebres músicas que compôs no período, como “Ainda é cedo”,
 “Tédio (com um T bem grande pra você)”, “Eduardo e Monica”, “Veraneio vascaína”, “Que país é este?”, “Faroeste caboclo”, entre outras. 




Martinho da Vila é homenageado com Sambabook

Depois de estrear homenageando João Nogueira, agora é a vez de Martinho da Vila (75 anos)  receber as suas "Flores em Vida".  O projeto foi registrado em CD/DVD e Blu-ray e recebeu intérpretes que vão de Paulinho da Viola a Pitty, de Ney Matogrosso a Casuarina. E no livro “Discobiografia” (Casa da Palavra) — parte do “Sambabook”, que inclui ainda um fichário com 60 partituras e um aplicativo para celulares e tablets, percebe-se que mais que um “sambista”, “autor sofisticado” ou “partideiro devagar”, há um artista que o tempo todo reflete sobre sua obra e sobre onde quer chegar.
Leia mais em: O Globo/Cultura



Milton Nascimento

Musical passeia por 50 canções do artista mineiro:




 Homenagem aos 50 anos de carreira e 70 de vida de Milton Nascimento, o musical em nada se parece com as superproduções costumeiras de Charles Müller e Cláudio Botelho, dupla responsável pelo renascimento do gênero no país.

"Nada Será como Antes... " é um espetáculo intimista protagonizado por Cláudio Lins, filho de Ivan Lins, Pedro Sol, Estrela Blanco entre outros 11 artistas que cantam e tocam instrumentos. A ação se passa dentro de uma casa mineira, reduto criativo de um grupo de jovens artistas. "Eles formam uma espécie de um clube da esquina que ficou esquecido no interior", resume Müller.

O musical dispensa efeitos especiais, figurinos e coreografias estonteantes, além de uma dramaturgia convencional para centrar-se na obra de Milton Nascimento.

Sem qualquer diálogo, as letras das músicas se transformam na dramaturgia do musical, que foi dividido em quatro blocos, cada um simbolizando uma estação do ano.
Músicas como "A Cigarra" e "Um Girassol da Cor de seu Cabelo" evocam a primavera, iluminando a faceta criativa de Milton Nascimento.

Composições solares como "Bola de Meia, Bola de Gude" compõem o verão. "Caçador de Mim" e "Encontros e Despedidas" dão um clima outonal à cena, representando a época em que a carreira de Milton começa a ser influenciada pela ditadura política. O inverno é retratado por canções que marcam a fase mais negra dos militares. "É como se cada música fosse uma peça, com começo meio em fim e sem ligação explícita com a seguinte. São várias histórias dentro de uma mesma história", explica Charles.

(Fonte: Folha de São Paulo/GABRIELA MELLÃO)

MILTON NASCIMENTO - NADA SERÁ COMO ANTES - O MUSICAL
ONDE Teatro GEO (r. Coropés, 88, tel. 0/xx/11/4003-9949)
QUANDO sextas, às 21h30, sábados, às 18h e 21h, e domingos, às 18h; até 26/5
QUANTO de R$ 50 a R$ 150
CLASSIFICAÇÃO 12 anos


Elis Regina
O espetáculo "Elis - O Musical" vai estrear em outubro com direção de Dennis Carvalho, que, atualmente, dirige a nova novela da TV Globo, "Sangue Bom".

A informação foi divulgada no site da Aventura Entretenimento, responsável pela produção. O texto será de Nelson Motta, que foi namorado da cantora.
O musical mostrará detalhes da vida e da carreira de Elis Regina, uma das maiores intérpretes brasileiras e mãe da também cantora Maria Rita.

Outras informações sobre data e local de estreia serão divulgadas em breve.
(Fonte: Folha de S. Paulo/Guia Folha) texto publicado no dia 07/05/2013.

O poeta está vivo. 



Ídolo do rock brasileiro, o músico Cazuza, morto em 1990, será revivido no Rock in Rio através de um holograma. 

a primeira noite do Rock in Rio 2013 (13 de setembro), trará uma homenagem a Cazuza, um show intitulado "o poeta está vivo". O tributo, com curadoria de Frejat, terá participações de Ney Matogrosso e Bebel Gilberto, que tinham relação pessoal com Cazuza, além de Maria Gadú, Rogério Flausino e Paulo Miklos, artistas da nova geração que "dialogam com ele", segundo Frejat.

Cazuza foi uma das atrações da primeira edição do festival, em 1985, quando ainda se apresentava com Frejat e o grupo Barão Vermelho. 


+ Homenagens:
Segundo informações da Sete Arte Produções, haverá ainda uma turnê, que estava prevista para começar em abril, mas foi adiada para novembro, para se adequar à agenda de eventos em homenagem ao artista. Estão previstos um show em São Paulo, dois no Rio, um em Belo Horizonte e um em Brasília.

O desenvolvimento do holograma, que será baseado em fotos e vídeos de arquivo de Cazuza, é realizado pela empresa francesa 4Dmotion. O processo técnico, que deve durar seis meses, está em sua segunda fase (veja abaixo).
Na primeira, que levou dois meses, foi feita uma pesquisa sobre figurino, expressões faciais, gestos e trejeitos.

As imagens utilizadas para o projeto foram feitas principalmente nos anos de 1986 e 1987 -os idealizadores optaram pelo período pré-doença de Cazuza, que morreu em decorrência do vírus da Aids, para evitar a lembrança do artista debilitado.

Ao vivo, uma banda formada por ex-parceiros, entre eles Israel, Leoni e Rogério Meanda, deve "acompanhar" o ídolo do rock brasileiro. O público poderá relembrar 23 canções durante 90 minutos de espetáculo.
fonte: Folha de S.Paulo

Entenda o desenvolvimento do holograma do músico:




Fonte: Editoria de Arte/Folhapress

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16 de maio de 2013

Ana Carolina canta com Chico Buarque em novo CD, #AC



Por Cristiane Tavares:


A cantora Ana Carolina se reencontra com Chico Buarque na faixa “Resposta da Rita”, uma divertida brincadeira com uma das mais emblemáticas  canções do repertório de Chico, “A Rita”, que foi lançada em 1966.

Na Música Ana e Chico intercalam as letras das duas faixas, cantando um após o outro em forma de “pergunta e resposta”. O Samba, composto pela compositora mineira em parceria com Edu Krieger, pertence ao novo álbum de inéditas de Ana Carolina, #AC, que será lançado em junho com distribuição da gravadora Sony Music.

Com músicas inéditas, Ana Carolina traz canções como "Leveza de Valsa", de Ana Carolina com Guinga, a balada "Luz Acesa", da cantora com Antônio Villeroy e já presente na trilha sonora da novela "Flor do Caribe", e Um Sueño Baio El Agua", parceria de Ana com Chiara Civello. 

Confira a letra de “Resposta da Rita”  (Ana Carolina / Edu Krieger) e 
“A Rita” (Chico Buarque)

Não levei o seu sorriso
A Rita levou meu sorriso
Porque sempre tive o meu
No sorriso dela, meu assunto
Se você não tem assunto
Levou junto com ela o que me é de direito
A culpada não sou eu
E Arrancou-me do peito e tem mais
Nada te arranquei do peito
Levou seu retrato, seu trapo, seu prato,
Você não tem jeito faz drama demais
Que papel
Seu retrato, seu trapo, seu prato,
Uma imagem de São Francisco, e um bom disco de Noel
Devolvo no ato pra mim tanto faz
A Rita matou nosso amor de vingança
Construí meu botequim
Nem herança deixou
Sem pedir nenhum tostão
Não levou um tostão
A imagem de São Francisco
Porque não tinha não
E aquele bom disco estão lá no balcão
Mas causou perdas e danos
Não matei nosso amor de vingança
Levou os meus planos, meus pobres enganos, os meus vinte anos e o meu coração
E deixei como herança um samba também
E além de tudo
Seu violão nunca foi isso tudo
Me deixou mudo, o violão
E se hoje está mudo por mim tudo bem

Ilustração de Zé Otávio, publicada originalmente por Ana Carolina via twitter:


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6 de janeiro de 2013

Caixa com 19 discos celebra 40 anos de carreira de Nana Caymmi



Fonte: Folha de S.Paulo
Lucas Nobile
Nana Caymmi, a Dama da Canção

Nana Caymmi completa 72 anos em abril. Resignada, tardiamente ela ainda ganha homenagens relativas aos seus 70. "Sempre é tempo. Houve um atraso porque tem a porra do dinheiro no meio. E ainda tive que ligar para a Argentina para liberar os direitos sobre aquele meu disco ["Nana", de 1973], foi na marra."

Filha do compositor baiano Dorival Caymmi e irmã dos também músicos Dori e Danilo, a cantora se refere ao lançamento de "Nana Caymmi - A Dama da Canção" (EMI), caixa que reúne 19 discos em 40 anos de carreira.

O box, que teve organização do produtor e jornalista Rodrigo Faour, compila os álbuns mais relevantes da trajetória de Nana naquela gravadora. Vai desde o primeiro, "Nana", lançado em 1965, até "Sangre de Mi Alma", de 2000, cujo repertório é formado por boleros.

No meio do caminho, há uma série de discos que registraram sucessos atemporais de interpretações de Nana. Estão ali "Nana", de 1977, que contém "Se Queres Saber" (Peterpan) e "Milagre", de seu pai Dorival, além de "Voz e Suor" em que é acompanhada apenas pelo pianista Cesar Camargo Mariano.

  Paula Giolito - 6.jul.11/Folhapress
 Nana e Dori Caymmi se apresentam durante o 22º Prêmio da Música Brasileira

Há ainda um volume duplo que resgata 41 faixas gravadas por Nana fora dos discos de carreira da cantora, conhecida por fazer poucas concessões musicais.

"Nunca lutei para vender um milhão de cópias. Isso era uma doença nas gravadoras, uma mentira", diz Nana.

"Eles contratavam espiões para ver quem ia estourar, era uma bomba, uma Hiroshima. Eu nunca participei disso. Mandava para a puta que pariu", completa a cantora.

No volume de raridades, estão temas gravados em diversas épocas, como "Saveiros" de Dori Caymmi e Nelson Motta, com a qual Nana ganhou o Festival Internacional da Canção de 1966, além de faixas do compacto de 1967, que tem os Mutantes como banda de apoio.


APOSENTADORIA ADIADA
Em abril do ano passado, a cantora anunciou que abandonaria os palcos. Pretendia passar mais tempo na cidade de Pequeri, em Minas, onde tem uma casa. Recentemente, mudou de ideia.

"Sobre aposentar, venho me preparando. O que me desgasta é viajar. Aeroporto virou uma grande rodoviária. Cantar, eu vou cantar até no caixão, não vou largar, mas tem de ser algo que não me faça viajar muito."

Por "não viajar muito", leia-se sair pouco de Pequeri e do Rio, onde mantém casas.
Nana começa a trabalhar neste mês no registro de um disco especial, em homenagem ao início do ano do centenário de Dorival Caymmi (1914-2008).

"Se pudesse, seria uma cantora de estúdio. O problema é que sempre tem a merda do dinheiro, eles [das gravadoras] dizem: 'vai ficar caro, tem um custo alto'."

No álbum em tributo ao pai, ela será acompanhada dos irmãos Dori e Danilo e gravará um repertório pouco conhecido de Dorival.

Nana diz também ter uma série de músicas guardadas que lhe renderiam um disco novo. Sobre conhecer novos músicos da MPB, ela diz nem pensar, que se satisfaz com o que já conhece.

"É o final dos tempos. Tenho tanto compositor bom na minha vida, não vou procurar novos. Na TV, no rádio, do pouco que vejo não gosto. Minhas netas já foram educadas, estou tranquila."

NANA CAYMMI - A DAMA DA CANÇÃO
ARTISTA Nana Caymmi
GRAVADORA EMI
QUANTO R$ 435, em média




Texto publicado originalmente no site da Folha de S.Paulo, por Lucas Nobile.

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